segunda-feira, 10 de novembro de 2014
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Um passeio épico e um teste ao Brooks C17
Acordei com as rajadas de vento e a chuva a fustigarem a janela. Por breves instantes pensei em desistir do passeio de bicicleta que tinha previsto para aquele domingo de manhã. Só por breves instantes. O temporal persistia e não dava sinais de alivio mas a vontade de pedalar foi mais forte!
O passeio em si, já era razão mais do que suficiente para sair do conforto das mantas, mas desta vez tinha também uma motivação extra.
Os Srs. da Brooks, depois de terem tomado conhecimento do meu interesse pelo Cambium C17, e reconhecendo o impacto mediático que o biclasblog tem no universo dos apaixonados por bicicletas, enviaram-me um selim de teste para que eu o pudesse experimentar e aqui publicar a respectiva análise. Estiveram bem! A única possibilidade na minha agenda para corresponder a este simpático pedido era exactamente aquela manhã de tempestade...
E assim, equipado a rigor, fiz-me à estrada!
Rapidamente o vestuário "impermeável" demonstrou que esse conceito, quando aplicado à roupa, é muito limitado!! Felizmente que no caso de um selim as coisas são mais simples e o termo "impermeável" do C17 assenta-lhe bem, sem falhas. Ao contrário dos outros selins brooks, este é o primeiro selim impermeável e cujo conforto é prometido desde a primeira utilização, sem ser necessário um período para ele se moldar ao nosso corpo. Apesar disto, a minha expectativa para o passeio era naquela altura muito baixa. Porque? Porque antes de o montar na Masil, andei com ele na Quipplan... e que martírio!! Para minha grande surpresa, e devo dizer até desilusão, os primeiros km´s não foram de conforto, mas de sofrimento! O selim era demasiado duro, fazendo demasiada pressão nos "sit bones" (desculpem lá mas não sei o nome deles em Português). Por outro lado, sentia algum amortecimento proporcionado pela borracha de que ele é feito e o formato na frente é o ideal, não interferindo com o movimento das pernas. Coisa pouca, que não chegava para fazer esquecer o desconforto. Mas a minha intenção para este selim é de o usar numa bicicleta randonneur que estou a pensar montar, por isso achei que devia fazer um teste na Masil para ver como era o feeling dele numa bicicleta com outra geometria e usando uns calções de ciclismo.
Não sendo a expectativa boa, cheguei a pensar nem trocar o selim da Masil para não arruinar o passeio... Mas pronto, lá resolvi arriscar e montei o Brooks na Masil. Surpresa das surpresas, ao contrário da experiência na Quipplan, na Masil, o Cambium teve um desempenho muito bom! Manteve as boas caracteristicas de amortecimento e ergonomia da frente mas com a diferença de não massacrar os sit bones. Quase não senti pressão nenhuma! Como? Bom, a posição de condução é diferente e os calções terão também ajudado. Em 3h30 de passeio o balanço foi positivo, ainda que alguma dureza se mantivesse e esteja por isso na dúvida de como será em passeios maiores... E isso é importante porque a ideia é mesmo arranjar uma selim (e uma bicicleta) confortável para voltar a fazer passeios longos, nomeadamente brevets randonneur.
Já o resto da bicicleta não me proporcionou o mesmo conforto. Os 65km na Masil chegaram para ficar moído, recordando-me a razão pela busca de uma bicicleta mais confortável.
Portanto, sobre o brooks, basicamente ainda não me decidi! Se fosse para usar numa bicicleta com uma posição vertical, claramente não! Para a bicicleta que tenho em vista, a resposta é ainda um "talvez". Tudo isto levou-me a pesquisar um bocado na internet e a perceber que a escolha de um selim depende mais da forma como ele se adapta ao nosso corpo e à utilização pretendida do que simplesmente uma avaliação se o selim "é bom" ou "é mau".
Quanto ao passeio, não foi fácil chegar ao cimo do Montejunto. A relação mais leve da Masil (39-23) estava claramente desajustada para o que as minhas pernas pediam! Como se não bastasse, as rajadas de vento fortíssimas, e de frente, tornaram a conquista do topo ainda mais dura, mas também por isso mais desejada. Quando foi altura de descer, os ventos laterais trouxeram alguns arrepios, obrigando a atenções redobradas.
A dureza da subida, a imponência da montanha, o nevoeiro que ora aparecia ora desaparecia, o som dos trovões e do vento, tudo conjugado trouxe a este passeio, mais do que dificuldades, uma sensação incrível de satisfação, por ali estar sozinho, com a minha bicicleta! :)
E se algum dos meus 4 leitores já chegou até aqui, deve estar a estranhar a conversa acima da Brooks ter-me emprestado um selim. Pois... é verdade. Foi apenas um devaneio megalómano. A história verdadeira é outra:
Dirigi-me à loja da Veloculture e expliquei o meu interesse pelo selim e, quando eu esperava apenas a possibilidade de um micro-teste, ali na rua ali em frente à loja, fui surpreendido com um simples: "Aqui está. Podes levar. Trá-lo daqui a uns dias". Assim. Sem outras complicações!
Podem até não ter vendido um selim (ainda não me decidi) mas é certo que logo naquele instante conquistaram, ainda mais, a minha admiração. E por isso, mais do que o negócio de um selim, ganharam um cliente! Grande Veloculture!! :)
O passeio em si, já era razão mais do que suficiente para sair do conforto das mantas, mas desta vez tinha também uma motivação extra.
Cambium C17 - versão de teste. Diz que é bom, que não é só Marketing. A verdade é mais complexa...
Os Srs. da Brooks, depois de terem tomado conhecimento do meu interesse pelo Cambium C17, e reconhecendo o impacto mediático que o biclasblog tem no universo dos apaixonados por bicicletas, enviaram-me um selim de teste para que eu o pudesse experimentar e aqui publicar a respectiva análise. Estiveram bem! A única possibilidade na minha agenda para corresponder a este simpático pedido era exactamente aquela manhã de tempestade...
E assim, equipado a rigor, fiz-me à estrada!
Rapidamente o vestuário "impermeável" demonstrou que esse conceito, quando aplicado à roupa, é muito limitado!! Felizmente que no caso de um selim as coisas são mais simples e o termo "impermeável" do C17 assenta-lhe bem, sem falhas. Ao contrário dos outros selins brooks, este é o primeiro selim impermeável e cujo conforto é prometido desde a primeira utilização, sem ser necessário um período para ele se moldar ao nosso corpo. Apesar disto, a minha expectativa para o passeio era naquela altura muito baixa. Porque? Porque antes de o montar na Masil, andei com ele na Quipplan... e que martírio!! Para minha grande surpresa, e devo dizer até desilusão, os primeiros km´s não foram de conforto, mas de sofrimento! O selim era demasiado duro, fazendo demasiada pressão nos "sit bones" (desculpem lá mas não sei o nome deles em Português). Por outro lado, sentia algum amortecimento proporcionado pela borracha de que ele é feito e o formato na frente é o ideal, não interferindo com o movimento das pernas. Coisa pouca, que não chegava para fazer esquecer o desconforto. Mas a minha intenção para este selim é de o usar numa bicicleta randonneur que estou a pensar montar, por isso achei que devia fazer um teste na Masil para ver como era o feeling dele numa bicicleta com outra geometria e usando uns calções de ciclismo.
Não sendo a expectativa boa, cheguei a pensar nem trocar o selim da Masil para não arruinar o passeio... Mas pronto, lá resolvi arriscar e montei o Brooks na Masil. Surpresa das surpresas, ao contrário da experiência na Quipplan, na Masil, o Cambium teve um desempenho muito bom! Manteve as boas caracteristicas de amortecimento e ergonomia da frente mas com a diferença de não massacrar os sit bones. Quase não senti pressão nenhuma! Como? Bom, a posição de condução é diferente e os calções terão também ajudado. Em 3h30 de passeio o balanço foi positivo, ainda que alguma dureza se mantivesse e esteja por isso na dúvida de como será em passeios maiores... E isso é importante porque a ideia é mesmo arranjar uma selim (e uma bicicleta) confortável para voltar a fazer passeios longos, nomeadamente brevets randonneur.
Já o resto da bicicleta não me proporcionou o mesmo conforto. Os 65km na Masil chegaram para ficar moído, recordando-me a razão pela busca de uma bicicleta mais confortável.
Portanto, sobre o brooks, basicamente ainda não me decidi! Se fosse para usar numa bicicleta com uma posição vertical, claramente não! Para a bicicleta que tenho em vista, a resposta é ainda um "talvez". Tudo isto levou-me a pesquisar um bocado na internet e a perceber que a escolha de um selim depende mais da forma como ele se adapta ao nosso corpo e à utilização pretendida do que simplesmente uma avaliação se o selim "é bom" ou "é mau".
Quanto ao passeio, não foi fácil chegar ao cimo do Montejunto. A relação mais leve da Masil (39-23) estava claramente desajustada para o que as minhas pernas pediam! Como se não bastasse, as rajadas de vento fortíssimas, e de frente, tornaram a conquista do topo ainda mais dura, mas também por isso mais desejada. Quando foi altura de descer, os ventos laterais trouxeram alguns arrepios, obrigando a atenções redobradas.
A dureza da subida, a imponência da montanha, o nevoeiro que ora aparecia ora desaparecia, o som dos trovões e do vento, tudo conjugado trouxe a este passeio, mais do que dificuldades, uma sensação incrível de satisfação, por ali estar sozinho, com a minha bicicleta! :)
E se algum dos meus 4 leitores já chegou até aqui, deve estar a estranhar a conversa acima da Brooks ter-me emprestado um selim. Pois... é verdade. Foi apenas um devaneio megalómano. A história verdadeira é outra:
Dirigi-me à loja da Veloculture e expliquei o meu interesse pelo selim e, quando eu esperava apenas a possibilidade de um micro-teste, ali na rua ali em frente à loja, fui surpreendido com um simples: "Aqui está. Podes levar. Trá-lo daqui a uns dias". Assim. Sem outras complicações!
Podem até não ter vendido um selim (ainda não me decidi) mas é certo que logo naquele instante conquistaram, ainda mais, a minha admiração. E por isso, mais do que o negócio de um selim, ganharam um cliente! Grande Veloculture!! :)
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Ouch!
clic, clic, clic...
Era este o som que a bicla fazia quando punha a mudança no carreto mais leve.
Estava na hora de uma afinação, pensava eu. Mas em vez de lhe dar a devida atenção, fui adiando a revisão e continuava a pedalar, optando simplesmente por evitar usar aquela mudança.
E assim andou a bicla, uns 100 ou 150 km's, até que hoje, aconteceu isto:
O resultado?
2 raios partidos, drop out empenado, e a guia da corrente no tensor (não sei o nome exacto da peça) empenada!
E assim, à bruta, se aprende a dar razão (e atenção) aos materiais!...
Agora vou ali pegar nas ferramentas e arranjar esta trapalhada...
Era este o som que a bicla fazia quando punha a mudança no carreto mais leve.
Estava na hora de uma afinação, pensava eu. Mas em vez de lhe dar a devida atenção, fui adiando a revisão e continuava a pedalar, optando simplesmente por evitar usar aquela mudança.
E assim andou a bicla, uns 100 ou 150 km's, até que hoje, aconteceu isto:
Ouch!! :(
O "clic, clic" afinal não era só a corrente a não querer mudar de carreto. Era a exterminadade do tensor a roçar nos raios...O resultado?
2 raios partidos, drop out empenado, e a guia da corrente no tensor (não sei o nome exacto da peça) empenada!
E assim, à bruta, se aprende a dar razão (e atenção) aos materiais!...
Agora vou ali pegar nas ferramentas e arranjar esta trapalhada...
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Parque Ecológico do Gameiro
Se forem visitar o Fluviário de Mora, levem convosco as bicicletas!! Porque? Porque mesmo ali ao lado têm o Parque Ecológico do Gameiro, com destaque para o passadiço de madeira, com uma extensão de cerca de 1.5km, que nos conduz num percurso com paisagens soberbas. Um cenário idílico onde sabe bem deslizar de bicicleta, e parar para ler um livro, para apreciar os muitos tons de verde, ficar a ouvir a passarada ou brincar e fazer construções e jogos com o que encontramos no caminho... Foi isso que fizemos no passado domingo.
E depois de tudo isto, quando o passadiço termina, temos um trilho de btt, não menos espectacular e divertido de fazer!
O pequenote teve que levar a bicla à mão nalguns troços. Noutros já se aventurou a pedalar e safou-se muito bem! No regresso, já cansadito, e debaixo de uma chuva com direito a relâmpagos e uma impressionante trovoada, reboquei-o com o trailgator. Ele adorou, claro!! :)
Fica a sugestão para um dia, MUITO bem passado! :)
Mais info sobre o Parque Ecológico do Gameiro e esta rota aqui e aqui
E depois de tudo isto, quando o passadiço termina, temos um trilho de btt, não menos espectacular e divertido de fazer!
O pequenote teve que levar a bicla à mão nalguns troços. Noutros já se aventurou a pedalar e safou-se muito bem! No regresso, já cansadito, e debaixo de uma chuva com direito a relâmpagos e uma impressionante trovoada, reboquei-o com o trailgator. Ele adorou, claro!! :)
Fica a sugestão para um dia, MUITO bem passado! :)
Mais info sobre o Parque Ecológico do Gameiro e esta rota aqui e aqui
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Um commuting diferente
Foi hoje! Eu já andava a estranhar a demora... Depois de cerca de 5 a 6 mil km´s de commuting a pedal, o primeiro furo. E a comprovar as Leis de Murphy, aconteceu num dos raros dias em que não tinha comigo o "kit de autonomia" completo. Tinha os desmontas, os remendos, a chave para desmontar a roda e até uma câmara de ar nova, mas faltava a bomba!
Mas há sempre solução. Neste caso, tinha várias hipóteses: iniciar a troca de câmara de ar e ficar à espera que passasse alguém com uma bomba; aproveitar o facto da bicla ser dobrável e fazer o resto do percurso com ela de autocarro ou de taxi; chamar o Bicycle Repair Man; ou fazer o resto do caminho a pé. Optei por esta última e estranhamente não perdi tanto tempo quanto imaginava.
A meio do dia lá reparei o furo e fui com a roda até uma oficina para encher o pneu. Afinal de contas, foi simples. Se tivesse uma avaria no carro seria sempre mais complicado/demorado para resolver.
Mas as tropelias do dia não ficaram por aqui... Foi a primeira vez que saquei fora a roda traseira da quipplan e como não conhecia bem o sistema do cubo nexus, montei aquilo mal ficando com a bicicleta "engatada" na 1ª velocidade... raios... Pedalava vertiginosamente e não passava dos 15km/h!! Ainda assim, era o suficiente para ultrapassar os carros parados nos habituais engarrafamentos de fim de dia. Bizarro, cómico, frustrante, desesperante, serve qualquer um dos adjectivos, dependendo do estado de espírito e do ponto de vista (o meu ou o dos condutores presos no trânsito).
Para ajudar (mesmo! não é ironia!) chovia. Era daquela chuva miudinha que não incomoda nada, apenas ajuda a tornar o trajecto mais saboroso. E à pala da limitação de velocidade ganhei mais uns minutos de diversão. Se fosse de carro, mesmo que ele não avariasse, teria sido tudo bem mais demorado. E stressante...
Vivam as biclas!!! :)
Mas há sempre solução. Neste caso, tinha várias hipóteses: iniciar a troca de câmara de ar e ficar à espera que passasse alguém com uma bomba; aproveitar o facto da bicla ser dobrável e fazer o resto do percurso com ela de autocarro ou de taxi; chamar o Bicycle Repair Man; ou fazer o resto do caminho a pé. Optei por esta última e estranhamente não perdi tanto tempo quanto imaginava.
Para os que pedalam em Lx, o bicycle repair man não é apenas uma piada! É clicar aqui para saber mais.
A meio do dia lá reparei o furo e fui com a roda até uma oficina para encher o pneu. Afinal de contas, foi simples. Se tivesse uma avaria no carro seria sempre mais complicado/demorado para resolver.
Mas as tropelias do dia não ficaram por aqui... Foi a primeira vez que saquei fora a roda traseira da quipplan e como não conhecia bem o sistema do cubo nexus, montei aquilo mal ficando com a bicicleta "engatada" na 1ª velocidade... raios... Pedalava vertiginosamente e não passava dos 15km/h!! Ainda assim, era o suficiente para ultrapassar os carros parados nos habituais engarrafamentos de fim de dia. Bizarro, cómico, frustrante, desesperante, serve qualquer um dos adjectivos, dependendo do estado de espírito e do ponto de vista (o meu ou o dos condutores presos no trânsito).
Para ajudar (mesmo! não é ironia!) chovia. Era daquela chuva miudinha que não incomoda nada, apenas ajuda a tornar o trajecto mais saboroso. E à pala da limitação de velocidade ganhei mais uns minutos de diversão. Se fosse de carro, mesmo que ele não avariasse, teria sido tudo bem mais demorado. E stressante...
Vivam as biclas!!! :)
domingo, 14 de setembro de 2014
Passeio à beira Tejo
Hoje foi dia de passeio domingueiro em família. :)
Fomos os três pedalar para a ciclovia que liga Vila Franca de Xira a Alhandra. A ciclovia tem cerca de 4km e segue sempre junto ao Tejo, proporcionando um passeio bem agradável!
Ao longo do trajecto há varios locais que convidam a parar um bocadinho para petiscar qualquer coisa ou simplesmente para ficar ali a olhar o rio.
O pequenote estreou uma bike nova. Na verdade, a bicla já tem uns aninhos, mas está em excelentes condições e é bem gira! Foi-lhe oferecida por uns amigos. Assim, o sortudo, passa a ter uma bicla sempre disponivel em casa dos avós! Entusiasmado com as novas rodas, o Gui pedalou 10km com uma genica incrivel! E no final queria mais... :)
Fomos os três pedalar para a ciclovia que liga Vila Franca de Xira a Alhandra. A ciclovia tem cerca de 4km e segue sempre junto ao Tejo, proporcionando um passeio bem agradável!
Ao longo do trajecto há varios locais que convidam a parar um bocadinho para petiscar qualquer coisa ou simplesmente para ficar ali a olhar o rio.
O pequenote estreou uma bike nova. Na verdade, a bicla já tem uns aninhos, mas está em excelentes condições e é bem gira! Foi-lhe oferecida por uns amigos. Assim, o sortudo, passa a ter uma bicla sempre disponivel em casa dos avós! Entusiasmado com as novas rodas, o Gui pedalou 10km com uma genica incrivel! E no final queria mais... :)
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Férias a pedal
Fui com a minha família passar uns dias de férias ao Algarve.
Os dias arrastaram-se vagarosamente, de chinelo no pé, sem relógios nem compromissos...
O carro serviu para lá chegar e para regressar. Enquanto lá estávamos, todas as nossas deslocações foram feitas a pé ou de bicicleta.
Essa opção teve uma grande importância na qualidade dos dias que passámos!
Livres dos engarrafamentos, das dificuldades para estacionar, e do sentimento de desconexão com o mundo exterior que o carro suscita, pouco a pouco, deixámo-nos impregnar pelo ritmo das biclas.
Movemo-nos com a energia do nosso corpo. E isso, em vez de nos consumir, revigora-nos!
De bicla, sentimos o caminho e tudo o que nos rodeia com proximidade. Cada cheiro, cada brisa, cada cor, cada som... De bicla não nos sentimos desligados do mundo. Sentimos que fazemos parte dele!
O meu filhote adora pedalar mas por vezes precisa de uma ajudinha, e para isso usámos o trailgator, uma solução excelente!!
As tralhas também não foram um problema... Comida, roupas, bola de futebol, brinquedos de praia, prancha de bodyboard, chapéu de sol, cadeados das biclas, tudo foi facilmente transportável nas bicicletas.
Não podia ser mais simples... nem mais divertido! :)
Os dias arrastaram-se vagarosamente, de chinelo no pé, sem relógios nem compromissos...
O carro serviu para lá chegar e para regressar. Enquanto lá estávamos, todas as nossas deslocações foram feitas a pé ou de bicicleta.
Essa opção teve uma grande importância na qualidade dos dias que passámos!
Livres dos engarrafamentos, das dificuldades para estacionar, e do sentimento de desconexão com o mundo exterior que o carro suscita, pouco a pouco, deixámo-nos impregnar pelo ritmo das biclas.
Movemo-nos com a energia do nosso corpo. E isso, em vez de nos consumir, revigora-nos!
De bicla, sentimos o caminho e tudo o que nos rodeia com proximidade. Cada cheiro, cada brisa, cada cor, cada som... De bicla não nos sentimos desligados do mundo. Sentimos que fazemos parte dele!
O meu filhote adora pedalar mas por vezes precisa de uma ajudinha, e para isso usámos o trailgator, uma solução excelente!!
As tralhas também não foram um problema... Comida, roupas, bola de futebol, brinquedos de praia, prancha de bodyboard, chapéu de sol, cadeados das biclas, tudo foi facilmente transportável nas bicicletas.
Não podia ser mais simples... nem mais divertido! :)
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Pneu velho, cinto novo!
O que fazer com os pneus usados das nossas bicicletas? Dar-lhes uma nova vida, claro! :)
É isso que faz o João, criador da marca "Rebusca", também ele entusiasta das bicicletas. Conheci-o numa pequena banca onde ele apresentava os seus produtos.
Utilizando pneus e câmaras de ar usados, ele faz cintos, carteiras e pulseiras. Uma excelente ideia! Eu não resisti e acabei por comprar o cinto que vêem na foto. Um bom pneu, só pode resultar num bom cinto...
Parece que ele tem uma loja em Lisboa, ali para os lados de Santa Apolónia. Um dia destes vou lá visitá-lo e levo comigo alguns pneus velhos que tenho guardados para com eles criarmos qualquer coisa nova. :)
Para quem estiver interessado, aqui ficam os contactos da "Rebusca": 96 1474 301 / rebusca@gmx.com
É isso que faz o João, criador da marca "Rebusca", também ele entusiasta das bicicletas. Conheci-o numa pequena banca onde ele apresentava os seus produtos.
Utilizando pneus e câmaras de ar usados, ele faz cintos, carteiras e pulseiras. Uma excelente ideia! Eu não resisti e acabei por comprar o cinto que vêem na foto. Um bom pneu, só pode resultar num bom cinto...
Parece que ele tem uma loja em Lisboa, ali para os lados de Santa Apolónia. Um dia destes vou lá visitá-lo e levo comigo alguns pneus velhos que tenho guardados para com eles criarmos qualquer coisa nova. :)
Para quem estiver interessado, aqui ficam os contactos da "Rebusca": 96 1474 301 / rebusca@gmx.com
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Código da Estrada, sim. E o bom senso?
O aparecimento de mais bicicletas nas estradas e o novo código da estrada têm suscitado muitos debates acerca do lugar dos ciclistas e a necessidade destes cumprirem algumas regras.
Por vezes nesses debates o simples bom senso é algo escasso, para não dizer, ausente.
Sim, eu sei que as leis são "as leis" e são para cumprir. Mas o que seria de nós, individual e colectivamente, se simplesmente abdicássemos do nosso bom senso?
Há situações em que, conscientemente, não cumpro o código da estrada. E faço-o para minha segurança. Por exemplo, ao circular numa faixa bus quando a alternativa legal me empurra para uma via mais à esquerda onde o trânsito circula frequentemente em excesso de velocidade.
A propósito deste tema, do cumprimento cego das leis, partilho aqui um divertido e esclarecedor vídeo:
Nota: o nosso código da estrada não obriga os ciclistas a circularem na ciclovia!
Por vezes nesses debates o simples bom senso é algo escasso, para não dizer, ausente.
Sim, eu sei que as leis são "as leis" e são para cumprir. Mas o que seria de nós, individual e colectivamente, se simplesmente abdicássemos do nosso bom senso?
Há situações em que, conscientemente, não cumpro o código da estrada. E faço-o para minha segurança. Por exemplo, ao circular numa faixa bus quando a alternativa legal me empurra para uma via mais à esquerda onde o trânsito circula frequentemente em excesso de velocidade.
A propósito deste tema, do cumprimento cego das leis, partilho aqui um divertido e esclarecedor vídeo:
Nota: o nosso código da estrada não obriga os ciclistas a circularem na ciclovia!
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Pelos caminhos de Portugal...
A branquinha foi morar para casa de familiares em "Pé de Cão", uma aldeia pequenina, daquelas que literalmente nem vêm no mapa, ali para os lados de Tomar.
No último domingo, aproveitando as últimas horas de luz, comecei a explorar com ela um pouco das muitas estradas e caminhos que por ali há para serem descobertas.
Soube bem rolar sozinho e sem destino, sentindo o vento na cara e tendo por companhia o chilrear dos pássaros e o som da roda livre... :)
Gosto destes passeios domingueiros descontraídos! Venham mais!
No último domingo, aproveitando as últimas horas de luz, comecei a explorar com ela um pouco das muitas estradas e caminhos que por ali há para serem descobertas.
Soube bem rolar sozinho e sem destino, sentindo o vento na cara e tendo por companhia o chilrear dos pássaros e o som da roda livre... :)
Gosto destes passeios domingueiros descontraídos! Venham mais!
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