Fui com a minha família passar uns dias de férias ao Algarve.
Os dias arrastaram-se vagarosamente, de chinelo no pé, sem relógios nem compromissos...
O carro serviu para lá chegar e para regressar. Enquanto lá estávamos, todas as nossas deslocações foram feitas a pé ou de bicicleta.
Essa opção teve uma grande importância na qualidade dos dias que passámos!
Livres dos engarrafamentos, das dificuldades para estacionar, e do sentimento de desconexão com o mundo exterior que o carro suscita, pouco a pouco, deixámo-nos impregnar pelo ritmo das biclas.
Movemo-nos com a energia do nosso corpo. E isso, em vez de nos consumir, revigora-nos!
De bicla, sentimos o caminho e tudo o que nos rodeia com proximidade. Cada cheiro, cada brisa, cada cor, cada som... De bicla não nos sentimos desligados do mundo. Sentimos que fazemos parte dele!
O meu filhote adora pedalar mas por vezes precisa de uma ajudinha, e para isso usámos o trailgator, uma solução excelente!!
As tralhas também não foram um problema... Comida, roupas, bola de futebol, brinquedos de praia, prancha de bodyboard, chapéu de sol, cadeados das biclas, tudo foi facilmente transportável nas bicicletas.
Não podia ser mais simples... nem mais divertido! :)
terça-feira, 9 de setembro de 2014
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Pneu velho, cinto novo!
O que fazer com os pneus usados das nossas bicicletas? Dar-lhes uma nova vida, claro! :)
É isso que faz o João, criador da marca "Rebusca", também ele entusiasta das bicicletas. Conheci-o numa pequena banca onde ele apresentava os seus produtos.
Utilizando pneus e câmaras de ar usados, ele faz cintos, carteiras e pulseiras. Uma excelente ideia! Eu não resisti e acabei por comprar o cinto que vêem na foto. Um bom pneu, só pode resultar num bom cinto...
Parece que ele tem uma loja em Lisboa, ali para os lados de Santa Apolónia. Um dia destes vou lá visitá-lo e levo comigo alguns pneus velhos que tenho guardados para com eles criarmos qualquer coisa nova. :)
Para quem estiver interessado, aqui ficam os contactos da "Rebusca": 96 1474 301 / rebusca@gmx.com
É isso que faz o João, criador da marca "Rebusca", também ele entusiasta das bicicletas. Conheci-o numa pequena banca onde ele apresentava os seus produtos.
Utilizando pneus e câmaras de ar usados, ele faz cintos, carteiras e pulseiras. Uma excelente ideia! Eu não resisti e acabei por comprar o cinto que vêem na foto. Um bom pneu, só pode resultar num bom cinto...
Parece que ele tem uma loja em Lisboa, ali para os lados de Santa Apolónia. Um dia destes vou lá visitá-lo e levo comigo alguns pneus velhos que tenho guardados para com eles criarmos qualquer coisa nova. :)
Para quem estiver interessado, aqui ficam os contactos da "Rebusca": 96 1474 301 / rebusca@gmx.com
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Código da Estrada, sim. E o bom senso?
O aparecimento de mais bicicletas nas estradas e o novo código da estrada têm suscitado muitos debates acerca do lugar dos ciclistas e a necessidade destes cumprirem algumas regras.
Por vezes nesses debates o simples bom senso é algo escasso, para não dizer, ausente.
Sim, eu sei que as leis são "as leis" e são para cumprir. Mas o que seria de nós, individual e colectivamente, se simplesmente abdicássemos do nosso bom senso?
Há situações em que, conscientemente, não cumpro o código da estrada. E faço-o para minha segurança. Por exemplo, ao circular numa faixa bus quando a alternativa legal me empurra para uma via mais à esquerda onde o trânsito circula frequentemente em excesso de velocidade.
A propósito deste tema, do cumprimento cego das leis, partilho aqui um divertido e esclarecedor vídeo:
Nota: o nosso código da estrada não obriga os ciclistas a circularem na ciclovia!
Por vezes nesses debates o simples bom senso é algo escasso, para não dizer, ausente.
Sim, eu sei que as leis são "as leis" e são para cumprir. Mas o que seria de nós, individual e colectivamente, se simplesmente abdicássemos do nosso bom senso?
Há situações em que, conscientemente, não cumpro o código da estrada. E faço-o para minha segurança. Por exemplo, ao circular numa faixa bus quando a alternativa legal me empurra para uma via mais à esquerda onde o trânsito circula frequentemente em excesso de velocidade.
A propósito deste tema, do cumprimento cego das leis, partilho aqui um divertido e esclarecedor vídeo:
Nota: o nosso código da estrada não obriga os ciclistas a circularem na ciclovia!
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Pelos caminhos de Portugal...
A branquinha foi morar para casa de familiares em "Pé de Cão", uma aldeia pequenina, daquelas que literalmente nem vêm no mapa, ali para os lados de Tomar.
No último domingo, aproveitando as últimas horas de luz, comecei a explorar com ela um pouco das muitas estradas e caminhos que por ali há para serem descobertas.
Soube bem rolar sozinho e sem destino, sentindo o vento na cara e tendo por companhia o chilrear dos pássaros e o som da roda livre... :)
Gosto destes passeios domingueiros descontraídos! Venham mais!
No último domingo, aproveitando as últimas horas de luz, comecei a explorar com ela um pouco das muitas estradas e caminhos que por ali há para serem descobertas.
Soube bem rolar sozinho e sem destino, sentindo o vento na cara e tendo por companhia o chilrear dos pássaros e o som da roda livre... :)
Gosto destes passeios domingueiros descontraídos! Venham mais!
domingo, 29 de junho de 2014
A rolar no Ribatejo
Hoje passei o dia a pedalar entre Alenquer e o Vale de Santarém.
Foram 92km de estradas e estradões rolantes, na companhia de dois grandes amigos. Perfeito, portanto!
Esta parte do percurso, junto ao Tejo, foi para mim a mais interessante. Quem quiser fazer um passeio descontraído, sem o incómodo do trânsito automóvel, e numa zona de grande beleza, tem aqui uma excelente opção (clicar no link para ver mapa)!
É só apanharem o comboio até à Azambuja e toca a pedalar! Ah... e não se esqueçam de visitar as Aldeias Avieiras e levar um fato de banho para uns mergulhos no tejo. Na zona da Valada há por lá umas muito apetecíveis praias fluviais. Um farnel para o pic-nic também é capaz de ser boa ideia. ;)
De nada. :)
Foram 92km de estradas e estradões rolantes, na companhia de dois grandes amigos. Perfeito, portanto!
Esta parte do percurso, junto ao Tejo, foi para mim a mais interessante. Quem quiser fazer um passeio descontraído, sem o incómodo do trânsito automóvel, e numa zona de grande beleza, tem aqui uma excelente opção (clicar no link para ver mapa)!
É só apanharem o comboio até à Azambuja e toca a pedalar! Ah... e não se esqueçam de visitar as Aldeias Avieiras e levar um fato de banho para uns mergulhos no tejo. Na zona da Valada há por lá umas muito apetecíveis praias fluviais. Um farnel para o pic-nic também é capaz de ser boa ideia. ;)
De nada. :)
domingo, 8 de junho de 2014
Libertação de bicicletas ergométricas
Boas ideias e habilidade com as ferramentas dão nisto:
Toca a sair do sofá! :)
Toca a sair do sofá! :)
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Bambucicleta
Rolava descontraído, no meu commuting diário, quando subitamente vi algo que prendeu a minha atenção! Estacionada junto à ciclovia da Av. Duque de Ávila estava uma bicicleta em bambu!!
Parei para apreciar a bicicleta e fiquei simplesmente maravilhado. Das biclas mais lindas que já vi!
Era uma fixed gear, o que contribui para a sua beleza. Mas obviamente que o interesse maior estava no material incomum. Os tons de castanho e as linhas e marcas do bambu, conferem-lhe uma identidade inimitável.
Os detalhes nas uniões das canas denotavam a qualidade da construção.
O dono da bicicleta, estava ali a poucos metros e fiquei a saber que ele próprio havia construído aquela bicla. Para além da sua paixão pelas biclas deu para sentir a sua enorme simpatia e "boa onda".
Visitando a página do facebook "Art Bike Bamboo"fiquei a perceber todo o carinho, cuidado e respeito pela natureza com que cada bicla é construída.
Quando uma bicicleta é construída assim, o resultado não podia ser melhor!
Viva a Art Bike Bamboo! :)
Parei para apreciar a bicicleta e fiquei simplesmente maravilhado. Das biclas mais lindas que já vi!
Era uma fixed gear, o que contribui para a sua beleza. Mas obviamente que o interesse maior estava no material incomum. Os tons de castanho e as linhas e marcas do bambu, conferem-lhe uma identidade inimitável.
Os detalhes nas uniões das canas denotavam a qualidade da construção.
Foto retirada do site artbikebamboo/facebook
O dono da bicicleta, estava ali a poucos metros e fiquei a saber que ele próprio havia construído aquela bicla. Para além da sua paixão pelas biclas deu para sentir a sua enorme simpatia e "boa onda".
Visitando a página do facebook "Art Bike Bamboo"fiquei a perceber todo o carinho, cuidado e respeito pela natureza com que cada bicla é construída.
Quando uma bicicleta é construída assim, o resultado não podia ser melhor!
Viva a Art Bike Bamboo! :)
domingo, 1 de junho de 2014
1 Junho
Hoje foi dia da criança.
Para mim, foi também dia de andar a brincar na areia.
De bicla, claro!
A bicicleta ajuda-me a manter viva a criança que há em mim! :)
Para mim, foi também dia de andar a brincar na areia.
De bicla, claro!
A bicicleta ajuda-me a manter viva a criança que há em mim! :)
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Voltar a pedalar
Passei o ultimo mês sem pegar na(s) bicicleta(s)! :(
A pausa, forçada, começou quando numa bela manhã, ao levantar-me, fiquei subitamente "petrificado" com dores nas costas/zona lombar. Daquelas que surgem do nada e que levam tempo a passar...
Agora, devagarinho, vou retomando as pedaladas e saboreando cada km.
As pernas acusam a falta de treino, mas nada que seja impeditivo de me deslocar de bicla no meu dia-a-dia. Afinal de contas, a vida não é (ou não devia ser!) uma corrida.
Mesmo devagarinho, de Campolide a Algés, levei cerca de 35 min para regressar a casa depois do trabalho. 35 minutos de puro prazer! Enquanto isso, o resto do trânsito estava absolutamente caótico.
Filas intermináveis de carros, muitas buzinadelas e muito stress. Pelo panorama, para fazer o mesmo percurso de carro teria demorado mais de uma hora.
Estou feliz por poder voltar a pedalar :)
A pausa, forçada, começou quando numa bela manhã, ao levantar-me, fiquei subitamente "petrificado" com dores nas costas/zona lombar. Daquelas que surgem do nada e que levam tempo a passar...
Agora, devagarinho, vou retomando as pedaladas e saboreando cada km.
As pernas acusam a falta de treino, mas nada que seja impeditivo de me deslocar de bicla no meu dia-a-dia. Afinal de contas, a vida não é (ou não devia ser!) uma corrida.
Mesmo devagarinho, de Campolide a Algés, levei cerca de 35 min para regressar a casa depois do trabalho. 35 minutos de puro prazer! Enquanto isso, o resto do trânsito estava absolutamente caótico.
Filas intermináveis de carros, muitas buzinadelas e muito stress. Pelo panorama, para fazer o mesmo percurso de carro teria demorado mais de uma hora.
Estou feliz por poder voltar a pedalar :)
terça-feira, 8 de abril de 2014
Trail-Gator - passaporte para a aventura!
Fazer aqueles trilhos de Monsanto nunca foi tão divertido, apesar do esforço extra que sentia nas pernas. Atrás de mim, o meu filhote ria às gargalhadas e cantava canções de improviso, enquanto eu o rebocava na sua "bike pirata".
Passados poucos km´s, rolávamos já junto ao rio e maravilhavamo-nos com o sol radioso e o cenário dos barcos à vela na foz do Tejo.
Este foi o nosso primeiro passeio usando o Trail-Gator, uma solução simples e eficaz para aumentar o raio de acção das nossas aventuras . Com esta engenhoca, posso rebocar o Gui quando ele está cansado e rapidamente voltar a desatrelar a bicicleta dele, para que possa voltar a pedalar sozinho.
Ainda sobre o trail-gator, resta dizer que instalar o gingarelho foi um bocado mais trabalhoso que o previsto, porque o sistema não é compatível com travões de cantilever. O fabricante diz que se pode instalar um kit de adaptação mas o desenho da peça não me convenceu e foi mais eficaz trocar por uns simples "v-brakes". Mas após as necessárias adaptações e montados os encaixes nas duas bicicletas, utilizar este acessório está a revelar-se simples e prático.
No final do passeio, quando disse ao Gui que fizémos 7km, ele disse logo que da próxima temos que ir ainda mais longe. "Podem ser 20, papá? e 30km, vamos até aonde?"... Isto promete! :)
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