sábado, 1 de fevereiro de 2014

Ciclistas são como os cavalos! :)

Caros automobilistas,
Tenham maneiras. Agradeço que na estrada me tratem como um cavalo!


 É só abrandar, ter cuidado e dar espaço.
Obrigado :)

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Mais uma Sexta de Bicicleta

Foi mais uma "sexta de bicicleta". Mas esta não foi igual às outras.
Depois de uma monumental "granizada", Lisboa ficou coberta de branco.
Um espectáculo bonito e desafiante para quem optou por rolar naquele tapete de gelo.
E pelas marcas, não fui o único.



O trajecto até estava a correr bem... Pouco chovia, o cenário era lindo e o gelo propiciava uns deslizes engraçados. A coisa mudou de figura quando pela frente me deparei com isto:


Voltar para trás era uma opção difícil naquele ponto do trajecto, vai daí resolvi tentar a travessia...
A meio do "lago" deparo-me com uma barreira de gelo!! A roda da frente ia abrindo caminho como se fosse um barco quebra gelo. Espectáculo, pensava eu! Mas a velocidade, que já era naturalmente lenta, foi reduzindo e quando completava as pedaladas os pés começavam a ficar submersos.
Subitamente, sinto um obstáculo e não consegui evitar uma paragem completa da bicla, que me obrigou a por o pé no chão. As botas, apesar de impermeáveis, obviamente sucumbiram.
Pelo menos tinha uma muda de meias e calças na mochila e a possibilidade de secar as botas quando chegasse ao trabalho. Se tivesse com outra bike teria continuado, mas estando a usar a eléctrica achei melhor inverter a marcha.
A solução foi passar a bike para o lado da estrada e atravessar junto à berma esquerda da radial de benfica, onde os carros, a conta-gotas iam avançando. E antes de virem os comentários da praxe, de que os ciclistas nunca respeitam as regras de trânsito e que as biclas não podem circular naquela via, reparem que era uma situação de absoluta excepção. O trânsito estava quase cortado e não houve nunca uma situação de perigo nesta opção.


Ultrapassado o lago, pude retomar as pedaladas. Apesar de levar um pé encharcado aproveitei para curtir mais uns deslizes no gelo. :) Mas com cautela que aquilo é traiçoeiro.

  

Portanto, a bicla está aprovada como veículo ideal, mesmo em dias de tempestade. Ah... mas da próxima levo um par de sapatos extra na bagagem ;)
Ao longo do dia, ainda usei a bicicleta para outras deslocações. Chuva com fartura, mas como ouvi dizer: "não há mau tempo, apenas mau equipamento".

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Primeiras pedaladas do Gui no BTT

O rapaz estreou-se no btt no passado domingo. Com 4 anos e já se vê a atracção pela lama... Promissor... :)


domingo, 5 de janeiro de 2014

Mudou o código da estrada. Falta mudar os comportamentos!




O novo código da estrada, em vigor desde 1 Janeiro, trouxe mudanças importantes, das quais destaco a obrigatoriedade dos carros (ou outros veículos) deixarem uma margem de pelo menos 1,5m durante as ultrapassagens às bicicletas.

Trata-se de um importante avanço legislativo mas agora importa sobretudo mudar os comportamentos.

Para isso, e na ausência de campanhas de prevenção rodoviárias, cada ciclista, através de uma acção directa junto dos automobilistas que conhece, pode ter um papel de grande eficácia na sua consciencialização.

Não espero milagres junto dos condutores onde impera a falta de civismo, mas há também muitos outros (espero que a maioria) que conduzem de forma perigosa por pura falta de informação.

Isolados no interior dos seus automóveis, muitos condutores não se apercebem dos riscos inerentes às razias e não compreendem que é mais seguro para o ciclista ocupar um lugar central na via do que circular encostado à berma.

Ninguém melhor do que um utilizador de bicicleta, que sente na pele estas questões, para explicar com eficácia, sobretudo a quem lhe é próximo, estes detalhes que fazem toda a diferença.

Mais difícil, mas também possível, é conseguir explicar a um condutor parado num semáforo que "lá atrás, não devia ter passado tão perto...". Nem sempre consigo a calma necessária para os resultados dessas conversas serem os desejados, mas já houve casos em que fui bem sucedido...

Para saberem mais sobre as alterações ao código da estrada, podem consultar este artigo da MUB.
 
Partilho também este cartaz feito pela DECO e adaptado/corrigido (a azul) pelo Gonçalo Pais:





quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

O copo meio cheio


O commuting de hoje foi diferente do habitual. Em vez de pedalar de Algés até Campolide, tive como destino Sacavém, onde passei o dia em formação.
O trajecto, mais longo que o habitual, deu-me oportunidade para experimentar a nova ciclovia que liga Santa Apolónia ao Parque das Nações.
Podia então fazer uma posta crítica, apontando os vários erros desta infraestrutura, mas depois de  percorrer a "ciclovia" entre Belém e o Cais do Sodré, que em vários troços é uma autêntica aberração, a coisa nem pareceu assim tão má.
As falhas estão lá, mas hoje pouco me importaram! Preferi ver o copo meio cheio. Não foi difícil, porque é simplesmente delicioso começar o dia rolando na minha fixed gear tendo o Tejo como cenário e ouvindo o crepitar das folhas caídas debaixo das rodas. Quando as pernas pediam descanso, a batavus impunha o seu ritmo... e assim rolei, rolei e rolei durante 23km tendo o frio e o nevoeiro por companhia. No final do dia, mais 23km! Desta vez o vento estava do contra, mas eu estava em modo "copo meio cheio", e quando assim acontece tudo é mais simples!
Venham mais dias assim! :)

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

As minhas biclas

"Mas afinal quantas bicicletas tens?"
Esta é uma pergunta que alguns amigos me fazem repetidamente, num misto de espanto e de gozo, de cada vez que me vêm rolar numa bicla diferente.
Nunca sei ao certo quantas são, e mais do que os números cada uma delas tem uma história e uma razão para ter sido escolhida. Resolvi então fazer uma apresentação de cada uma delas. 
Comecemos. Por ordem cronológica de aquisição:

1 - Scott Peak - comprada em 1997



É  a bicicleta que tenho há mais tempo. Com ela descobri o BTT juntamente com alguns amigos, sobretudo em passeios domingueiros na Serra de Sintra. Já rolou em muitos outros trilhos do país, e levou-me numa viagem a solo pela Costa Vicentina. Já esteve equipada com uma suspensão mas por avaria desta, que coincidiu com o inicio de um período de utilização urbana, voltou a vestir a forqueta de origem. Entretanto reformou-se desse serviço utilitário, com a aquisição de outra bicla, e depois de lhe calçar uns pneus adequados, voltou à sua função original de btt. Sim, faço btt com uma rígida sem suspensão, mas o quadro é em aço cromoly e uso pneus largos com pouca pressão. Sweet ;) Os muitos km´s percorridos com esta bicicleta fizeram-me ganhar por ela um certo valor afectivo. Há uma história entre nós. É também por isso que tenho tanto gozo em rolar com ela. É uma bicla com alma!! Não a trocava por outra btt -ultima-versão-xpto-racing-high-tech-ultra-modernaça. Manias...

2 - Masil Altec2, de 2001


Andava então entusiasmado com as imagens do Tour de France e do Giro de Itália. Nunca tinha pegado numa estradeira mas estava decidido em experimentar a roda fina. A escolha recaiu sobre uma Masil, construída à minha medida e com direito a selecção detalhada dos componentes e pintura. Sendo na altura fã da equipa Recer-Boavista, optei por uma pintura tipo réplica, mas sem os logos roxos e dissonantes da "Recer". É engraçado olhar para os meus critérios desse tempo. Hoje a escolha seria bem diferente... Iria preferir uma bicicleta menos racing, no comportamento e na estética... Mas esta Masil foi escolhida e desejada assim: por um jovem fã, cheio de vontade de rolar no asfalto, imaginando-se numa etapa da volta. :)  E foi assim que a usei muitas vezes. Desfrutando da sua velocidade e reacções rápidas, embalado também pela minha imaginação. O quadro é em alumínio, a forqueta em carbono e a transmissão está entregue a um grupo Campagnollo Mirage / Veloce e calça uns anorécticos pneus 700x20c. Entretanto troquei-lhe o avanço de origem (longo) por outro curto e com maior elevação para conseguir uma posição um pouco mais descontraída e usa-la em passeios de maior distância. Uma bicicleta construída sob as nossas especificações e que nos acompanhou em tantos anos e km´s também se torna especial. Por isso, tal como a Scott, esta também é para ficar!

3 - B´Twin Riverside 3 (2010)


Antes da compra desta Riverside rolava na cidade com a scott peak (ver acima). A btt até cumpria bem o seu serviço mas vários componentes já pediam reforma e tinha saudades de a usar nos trilhos. Por isso, já andava de olho numa máquina que fosse mais adequada às minhas deslocações diárias. Quando a decathlon colocou este modelo em saldo (-50%) para lançar a "nova coleção" que a vinha substituir, a decisão foi fácil... Uma bicicleta roda 700, quadro com geometria muito confortável e capaz de levar muita carga, para-lamas sks, dínamo no cubo, porta-cargas... Tudo o que precisava para devolver a Scott Peak à função original e ter uma verdadeira utilitária.
E para que serve esta bicicleta? Bom... para tudo!! É uma excelente bicicleta utilitária, para as deslocações diárias, para ir às compras, para dar um passeio domingueiro ou para ir fazer uma viagem em autonomia por estrada e alguns trilhos, com muita tralha atrás. Uma bicicleta de trekking é assim um misto entre uma de estrada e uma btt. Alia o melhor de dois mundos.
É pesadona mas capaz de superar qualquer subida graças à boa amplitude da transmissão. Depois de embalada é uma delicia senti-la a galgar km´s. O peso, as rodas grandes e a longa distância entre eixos conferem-lhe também uma estabilidade impressionante. Grandes acelerações não fazem o seu estilo, mas se a intenção for rolar descontraidamente, o prazer é garantido!



4 - Giant Terrago - modelo de 1993 (comprada em 2011)

Esta veio parar cá a casa por mero acaso. Ou melhor, por sorte. Muita sorte! É uma btt old-school. Do meu tempo, portanto. :) As tubagens elegantes são em aço cromoly, como eu gosto, e à minha medida, o que também não é comum! Está equipada com um jurássico grupo shimano Hexage-LX e todos os componentes estão em perfeito estado de funcionamento, apenas o quadro apresenta algumas esfoladelas na pintura. Por outras palavras, tem patine. :).
Tudo isto por um preço irrisório de 50€. Ainda vendi os pneus estradistas que trazia montados por isso a aquisição desta fantástica bicicleta ficou-se pelos 30€! Ah, e muito importante, apesar do preço, não era uma bicicleta roubada! Eu conhecia o antigo dono! Jamais compraria uma bicicleta se suspeitasse que tivesse sido roubada...
Está estacionada em casa de familiares, em Alenquer, onde por vezes vou passar os fins-de-semana. Tenho-a usado por isso para fazer btt em passeios domingueiros naquela região.
O feeling de condução que o quadro propicia é extremamente agradável. A bicicleta é muito confortável e tem um comportamento muito "calmo". Nunca pesei esta bicicleta mas é claramente muito mais leve que a scott peak, que pesa 13,3kg. Do seu comportamento apenas sobressai mais negativamente a falta de potencia dos travões em cantilever. Mas é uma questão de habituação. Afinal de contas, é uma clássica! ;)

5 - Batavus - montada em 2013



Esta é uma bicicleta completamente diferente de todas as outras que tenho!
Foi montada na Rcicla a partir de um quadro Batavus NOS ("new old stock"). O quadro, para além de muito bonito é em aço reynolds 531 e é muito leve! A bicicleta pesa apenas 9,3kg o que é um valor excelente considerando também que muitos dos seus componentes não são propriamente "pesos pluma". É um quadro de uma estradeira e talvez um dia eu lhe dê essa roupagem, mas por enquanto é uma bicicleta de carreto preso (fixed gear). Basicamente, uma fixed gear é uma bicicleta sem o mecanismo de "roda livre". Ou seja, o carreto está preso à roda obrigando os pedais a rodarem sempre que a roda está em movimento. A condução desta bicicleta é assim radicalmente diferente!! É uma bicicleta exigente mas simultâneamente muito fixe de conduzir. Parece ter vontade própria e é necessária alguma habituação para controlarmos os seus impetos, sobretudo para a dominar nas descidas... Nas fixed gears a ligação homem-máquina é total. O pedalar constante torna-se inebriante e viciante. Conduzimos com os sentidos ao rubro. Em torno das fixed gear existe uma sub-cultura própria e há quem use exclusivamente este tipo de bicicletas. Não é o meu caso. Gosto muito desta bicicleta pelas sensações que transmite na sua condução e pela sua estética espartana e mecânica simples e eficaz. Porém, não é uma bicicleta que goste de usar todos os dias... Uso-a para transporte ou lazer mas tenho que estar "para aí virado". Ou seja, o meu estado de espirito tem que estar em sintonia como o "feitio" muito particular desta bicicleta. Quando isso acontece, rolar nela é simplesmente brutal!!! Mas se quiser um passeio mais relaxado, esta batavus simplesmente não serve...


6 - Cresta (?)


Esta bicicleta foi-me oferecida por um vizinho que a tinha na sua arrecadação parada há anos... :)
Está comigo desde 2013 mas não sei a idade dela. Presumo que a sua origem se situe algures entre o final da década de 70 e princípios de 80...  Não tem marca gravada no quadro, mas fiz umas pesquisas na net e conclui tratar-se de uma "Cresta", uma marca Suíça.
Depois de a acolher cá em casa, dei-lhe alguns mimos para a colocar de volta à estrada. Dei umas voltinhas com ela e gostei do conforto proporcionado pelo aço e pela geometria relaxada do quadro e forqueta. Passou o verão emprestada a amigos e depois foi desmontada para uma revisão mecânica mais profunda. Tem-me dado imenso gozo essas incursões na mecânica. Qualquer dia coloco mais informações sobre as modificações que estou a fazer nesta bicla... Para já existe apenas um monte de peças espalhadas... :)


7 - Quipplan Q10 City (2013)
 

A Quipplan é o meu principal meio de transporte. É uma bicicleta dobrável com assistência eléctrica. É extremamente ágil, prática e surpreendentemente estável. Com ela, as minhas deslocações de bicicleta aumentaram exponencialmente, ficando assim a mota relegada para 2º plano (o carro já há muito que passou para 3º plano...).
Para conhecerem melhor esta maravilhosa máquina podem ver este post aqui do blog.


E pronto, está apresentada a frota. :) Parece que são 7 bicicletas. São demasiadas? Bom, a verdade é que dou uso a elas todas!!! E por vezes ainda "roubo" a bicicleta da minha companheira, uma Electra Townie, para uns passeios relaxados à beira rio. Porquê? Porque a townie tem uma geometria muito particular que convida a deslizar com ela tranquilamente e a viver a vida mais devagar... Por isso, posso num dia usa-la para ir para o trabalho e no dia seguinte optar pelo extremo oposto - a batavus.

Numa perspectiva meramente racional, para além do número de km´s percorridos justificar por si a existência de todas elas, o facto de serem veículos com pouca (nalguns casos nenhuma) desvalorização e sem outras despesas associadas, como no caso de um carro, torna tudo mais compreensivel.
Mas na verdade, apesar deste número elevado de bicicletas ser facilmente justificado, a melhor razão para as ter é sobretudo pelas sensações que elas propiciam: Diferentes mas todas elas maravilhosas! :)







domingo, 17 de novembro de 2013

As estradas também podiam ser assim!

Fechadas nos seus automóveis, as pessoas tendem a alterar o seu comportamento, tornando-se mais agressivas e mais egoístas. Mas não tem que ser assim! Apesar do stress induzido pelo trânsito, podemos fazer prevalecer a nossa humanidade. Este filme é disso um bom exemplo. São gestos simples, bonitos mas infelizmente tão raros. Para ver, e meditar:


sábado, 16 de novembro de 2013

Uma grande aventura!

O melhor passeio do mundo não é necessariamente aquele que nos leva aos locais mais remotos, aos trilhos mais alucinantes ou até à paisagem mais arrebatadora. Pode até nem ser preciso pedalar dias a fio, nem fazer muitos km´s. Com a companhia certa, um pequeno passeio pode tornar-se numa grande e inesquecível aventura! Hoje foi assim! :)



O pequeno ciclista é o Guilherme, o meu filhote, que tem agora 4 anos e meio. Ele é que insistiu para eu levar também a minha bicicleta. "Assim é mais giro papá!". E tinha razão! Foi delicioso! :)

domingo, 10 de novembro de 2013

Pequenas modificações na Quipplan

Fiz algumas modificações na Quipplan. Coisas simples mas que se revelam uteís e capazes de tornar a utilização da bicla mais agradável. Deixo aqui uma descrição para o caso de interessar a outros utilizadores. As modificações foram as seguintes:

1 - A utilização de um velcro para manter a bicicleta dobrada, revelou-se desde cedo um sistema pouco prático e nada eficaz. Resolvi por isso instalar o sistema de íman da Dahon, aproveitando esses encaixes que já tinha usado na minha antiga bicicleta dobrável (uma B´twin Hopton 5). Como a Quipplan não tem as furações para esses elementos de encaixe, usei os apoios do guarda-lamas e umas pequenas extensões metálicas, que depois de limadas para ficarem com o diâmetro certo, permitem colocar cada uma das duas peças no local exacto. Uma transformação simples que torna o processo de dobrar/desdobrar mais rápido, e mais eficaz.
E porque uma imagem pode ser mais esclarecedora que muitas palavras, aqui ficam as fotos:


Com a bicicleta assim dobrada consigo empurra-la como se fosse um carrinho, inclinando-a um pouco e empurrando-a pelo selim (que mantenho um pouco mais alto). Quando usava o sistema antigo, ao aplicar o velcro nas rodas não conseguia depois empurra-la desta forma e para aplicar o velcro noutras partes (no garfo por exemplo), como podem ver pela imagem não havia muito espaço e tornava-se complicado garantir que ele ficava com a tensão suficiente para a bicicleta não abrir sozinha.



2 - Após os primeiros km´s nesta bicicleta comecei a ter algumas dores na região lombar, devido à posição de condução. Este desconforto pode não surgir noutros utilizadores dado que depende da altura de cada um e da sua flexibilidade.
O problema foi resolvido trocando a coluna de direcção original por outra maior (ajustável).
Esta modificação aumentou muito o conforto da bicicleta e não voltei a ter as mesmas dores.
Conduzir com um guiador mais alto transmite logo uma sensação de maior descontracção, causando em contrapartida alguma perda na rentabilidade da pedalada. Se me apetecer rolar mais rápido, numa posição mais aerodinâmica, posso muito facilmente baixar um pouco a direcção.
Infelizmente, o guiador telescópico não tem avanço, o que reduz um pouco a estabilidade da direcção. Mas isso facilmente fica esquecido depois de alguns km´s de habituação. Se pedalar em pé, de forma mais vigorosa, sinto também um pouco de flexão na coluna de direcção, o que não acontecia com a de origem. Mas na condução habitual que faço nesta bicicleta não chego a sentir essa perda de rigidez, por isso esta modificação valeu muito a pena!


3 - Instalei uns extensor de guiador que acho muito ergonómicos e uns pedais de plataforma  que apesar de não serem dobráveis são mais aderentes que os originais.

4 - Coloquei também uma luz extra à frente e atrás, daquelas de leds, porque as luzes de origem, embora eficazes dependem da bateria que também alimenta o motor e não é bom ficar a meio do trajecto sem luzes... Estas luzes não servem para iluminar o caminho, mas pelo menos ajudam a tornar-me visível caso fique sem bateria.  Juntei um kit de ferramentas com câmara de ar, desmontas, chaves várias et voilá. Está pronta!


Um dia destes vou também fazer uns extensores para o guarda-lamas. Sem eles, a protecção que oferecem não é completa. Qualquer coisa como isto:

Fotos emprestadas daqui


Qualquer duvida sobre estas pequenas modificações, perguntem!